quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Clarice, um enigma?



                 Hello pessoas! Sei que já escrevi várias vezes aqui sobre Clarice Lispector, mas cada vez que eu sei mais coisas sobre ela me encanto. Encomendei o livro "Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres" depois de eu ter visto um dos episódios no site da cultura de Tudo o que é sólido pode derreter". Eles baseiam cada capítulo da série numa obra de algum escritor muito famosa. E esta que eu vi era baseada neste livro, achei totalmente fantástica. E o que é mais intrigante, a maioria das pessoas acham ela uma escritora complexa: Cara, eu consigo entender tudo o que leio dela, até hoje não me passou nadica de nada desapercebido. Incrível! Será que é um dom?!!!! Acho que é como ela mesma dizia: "Não é questão de entender, é de entrar em contato, ou toca ou não toca" E o muito do que ela escreve dá para ser analisado pela Psicologia. Esse episódio por exemplo que citei acima; é bem da fase da adolescência mesmo. Não que eu seja psicóloga ou estudante de tal curso, mas tenho um breve conhecimento porque depois que terminar Letras quero cursar Psicologia e minha melhor amiga é estudante, por isso me passa muitas coisas, o que eu acho bárbaro. Aliás, eu e essa minha amiga estamos querendo fazer um artigo comparando a literatura e analisando algo de algumas obras dela com a personalidade dela. Estou achando o máximo isso!
                       Enfim, depois que chegar este livro quero encomendar "A descoberta do mundo" que tem mais de 400 crônicas da época que ela escrevia no jornal do Brasil. Eu já li várias das crônicas dela e apesar de adorar tudo o que vem dela as crônicas são as que mais gosto.
                       Bom, pessoas, fica a dica para vocês, ler Clarice é mágico e fascinante.

Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”  C.L.




                      byeeee.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Walk the line


                       Hello! Long time desde que escrevi aqui. Estou de férias, hoje oficialmente. Descobri uma dulpa maravilhosa antiga como eu amo! June Carter and Johnny Cash. Casal mais fofo que já vi, estou vidrado na música Jackson deles e Lonesome Sea que a June regravou que era da Carter Family. Amazing musics. Ainda não sei muita coisa sobre eles, sei mais o basiquinho que achei na net mesmo: Quando eles se conheceram os dois já tinha filhos de antigos casamentos, viveram trinta e cinco anos (sim, incrível) e acha que se separaram?? Não, acabou em termos porque em maio de 2003 a June faleceu aos, devido a complicações de uma cirurgia de coração que ela fez. Johnny estava segurando a mão da sua amada na hora que ela morreu no hospital. E em setembro do mesmo ano Johnny faleceu devido a problemas de seu diabetes. Ah! Achei um casal tão fofo, eles cantando Jackson *-* perfect. -----> http://www.youtube.com/watch?v=HGhCsznO0S8
                       Em 2006 foi lançado o filme WALK THE LINE que conta a história deles. Ainda não vi, mas to loquinha pra ver!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Anyway, that's it. byeeeeeeee.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Complexidade humana

             O ser humano foi feito para ser independente. Mas ao mesmo tempo, deve saber conviver socialmente, isto faz dele quem ele é. Sua personalidade é traçada por tudo o que o rodeia. Nossas ideias teimosas, digamos assim, é que faz cada um de nós sermos o que somos. Os defeitos é que fazem realçar as nossas melhores qualidades. Cada pessoa reage de uma forma a uma mesma situação, é nossa atitude diante das coisas que nos faz ser quem somos. E o mais difícil nessa atmosfera tão complexa é se aceitar. Se aceitar independente do que você faz, ama ou compra. Também acredito que temos muito em nós das pessoas que nos cercam, na convivência certas qualidades e defeitos dos seres que convivemos acaba se alastrando em nós, nos possuindo de uma tal forma que parecia estar ali desde sempre. Amor, eu digo em todos os sentindos, é aceitar tudo o que vem da pessoa, do ser dela, os defeitos e qualidades e saber respeitá-la. Respeito não é um dom que temos com todas as pessoas do nosso meio, mas tem gente que num faz o menor esforço. Mas há pessoas que não valem  um grão de esforço. Texto complexo esse, talvez até ambíguo, mas a vida é assim mesmo. E mesmo que seja assim. E ainda que seja assim. Ela é bela!



    "Terei toda a aparência de quem falhou. E só eu saberei se foi a falha necessária."
                                                                                                                     Clarice Lispector

Cartas de fora para dentro - carta 2

Quando pequena achava que só se nascia uma vez, mas quando cresci descobri que temos muitas vidas em uma. Que é preciso subtrair o p...